Príncipe Eduardo da Inglaterra, depois Eduardo I.
A Nona Cruzada é, muitas vezes, considerada como parte da Oitava Cruzada. Alguns meses depois da Oitava Cruzada, o príncipe Eduardo da Inglaterra, depois Eduardo I, comandou os seus seguidores até Acre embora sem resultados.
Em 1268 Baybars, um sultão mameluco de Egito, reduziu o Reino de Jerusalém, o mais importante Estado cristão estabelecido pelos cruzados, a uma pequena faixa de terra entre Sidão e Acre. A paz era mantida pelos esforços do rei Eduardo I, apoiado pelo Papa Nicolau IV.
O equilíbrio que mantinha a região sob controle era frágil. Esse equilíbrio foi pelos ares quando um grupo de soldados italianos católicos degolaram os islâmicos e eliminaram na mesma leva outro tanto de sírios cristãos. Quando a história da matança chegou aos ouvidos do sultão egipcio al-Ashraf Jalil, ele imediatamente exigiu a cabeça dos assassinos. Pega em meio a uma diputa pela sucessão do trono de Jerusalém, Acre disse não ao sultanato. Em abril de 1291, a cidade acordou cercada por mais de 200 mil soldados muçulmanos. A cristandade correu em socorro de um de seus pontos mais estratégicos na Terra Santa. Cavaleiros hospitalários, teutônicos e templários, somados a tropas inglesas e italianas, partiram para defender o porto de Acre. Em 18 de Maio, as forças turcas e egipcias tomaram oficialmente a cidade. Caía o último bastião dos europeus.
