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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ministro israelita da Defesa deixou documentos secretos em quarto de hotel

Barak esqueceu os documentos no Hotel Park Plaza, em Westminster, onde pernoitou durante uma escala em Londres, quando se dirigia para Nova Iorque.
Parte dos documentos continham anotações pessoais do ministro, acrescentou a televisão.

Foram encontrados por um empresário israelita, a quem foi atribuído o mesmo quarto, depois da partida de Barak.

Este empresário telefonou a dirigentes dos serviços de segurança israelitas, que foram recuperar os documentos.

O Ministério da Defesa confirmou que Barak se esquecera dos documentos, mas sublinhou que estes não tinham um caráter de "alta confidencialidade".

Citado pela televisão, o Ministério atribuiu o incidente ao facto de um agente não ter revistado o quarto de Barak, depois de este ter saído, como deveria.

Ataque à bomba no Egipto contra gasoduto que fornece Israel

O ataque ocorreu na aldeia de al-Sabil, na região de al-Arich, no Sina.

A bomba foi ativada à distância, indicou a mesma fonte.

De acordo com as mesmas fontes, de momento desconhece-se a amplitude dos estragos ou se o ataque provocou vítimas.

O abastecimento foi cortado após a sabotagem, prosseguiu a mesma fonte.

A 5 de fevereiro, em plena revolta popular no Egito contra o presidente Hosni Mubarak, afastado do poder a 11 de fevereiro, um ataque à bomba visou o gasoduto provocando então, tal como agora, uma paragem do abastecimento

sábado, 16 de abril de 2011

Aviação israelita bombardeia Gaza


A aviação israelita efectuou na madrugada de hoje dois ataques contra o norte da Faixa de Gaza, que não provocaram vítimas, informaram os serviços de segurança daquele território palestiniano.

Os bombardeamentos visaram alvos localizados «na cidade de Gaza e ao leste da mesma», mas «não provocaram feridos ou danos», referiram as mesmas fontes, citadas pela agência noticiosa AFP.
Os ataques visaram bases das Brigadas Ezzedine al Kassam, acrescentaram as fontes, referindo-se ao braço armado do movimento fundamentalista islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde 2007.
Um porta-voz militar israelita confirmou á AFP que durante a madrugada foram realizados ataques contra «alvos de uma organização terrorista».
De acordo com o porta-voz israelita, os raides aéreos foram «uma resposta ao disparo de rockets contra as cidades de Ashkelon e Ashdod», no sul de Israel.
Uma nova vaga de violência entre o Estado israelita e os grupos armados palestinianos tem provocado vários mortos e dezenas de feridos nas últimas semanas.
Lusa/SOL

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Israel condena ataque ao Museu do Holocausto


A embaixada de Israel em Washington condenou o tiroteio ocorrido esta quarta-feira no Museu do Holocausto da capital americana, que fez dois feridos e que foi iniciado por um anti-semita de 89 anos.
«Choca-nos e entristece-nos os tiros ocorridos hoje no Museu do Holocausto em Washington. A embaixada de Israel condena este ataque e acompanha a situação de perto», lê-se num comunicado.
Segundo a polícia, o atirador e um segurança ficaram feridos no tiroteio, que semeou o pânico no coração turístico de Washington, sendo que os dois foram conduzidos para o hospital.
O motivo do ataque é ainda desconhecido, apesar de o autor, um idoso anti-semita, ser um antigo membro de um grupo defensor da superioridade da raça branca.

domingo, 17 de maio de 2009

Médio Oriente: Israel autoriza delegação de extrema-direita a deslocar-se a sector de Hebron


Jerusalém, 17 Mai (Lusa) - O ministro da Defesa israelita, Ehud Barak, autorizou a deslocação, segunda-feira, de uma delegação de parlamentares de extrema-direita a um sector de Hebron, na Cisjordânia, ocupado por Israel, anunciou hoje o seu porta-voz.
"O ministro da Defesa [trabalhista] Ehud Barak respondeu favoravelmente a um pedido de (4) deputados da União Nacional que pretendem efectuar uma visita a Hebron e à Caverna dos Patriarcas", lugar venerado por judeus e islâmicos, afirmou Ronen Moshe.
"Contudo, Barack não autorizou que os deputados penetrem na parte da cidade sob controlo da Autoridade Nacional Palestiniana", frisou.

Shimon Peres aprova declarações do rei da Jordânia sobre a paz

O presidente israelita, Shimon Peres, mostrou-se "muito animado" neste domingo com as declarações do rei Abdullah II da Jordânia, por ter referido a possibilidade de 57 países reconhecerem Israel no marco de uma paz entre os árabes e os israelitas.
"Sua majestade o rei referiu-se a 57 países envolvidos na paz (...), acredito que este posicionamento é muito animador e vem num bom momento", disse Peres, durante o Fórum Económico Mundial.
O rei Abdullah disse sábado em entrevista à AFP que "57 países não reconhecem Israel, ou seja, a terça parte dos países membros da ONU, e a razão é que a ocupação continua e falta um acordo de paz".
O rei pediu uma "retirada de todos os territórios ocupados palestino, sírio e libanês, em contrapartida de relações normais com todos os países árabes".
Peres indicou por sua vez que as divergências diminuíram entre os negociadores palestinos e israelitas e podem ser superadas se forem acrescentadas algumas "ideias novas". Peres vai encontrar -se com o rei Abdullah da Jordânia.

SAPO/AFP