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segunda-feira, 27 de junho de 2011

O mundo depois da morte de Bin Laden

O programa vai mostrar a visão de nossos repórteres. Eles repercutem a morte do terrorista mais procurado do mundo.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O egípcio Ayman Al-Zawari é o novo rosto da Al-Qaeda.

Num comunicado online a organização terrorista confirma que o médico de 59 anos sucede a Osama bin Laden, morto no início de maio na sequência de uma operação norte-americana no Paquistão.

O egípcio conhecido como o “cérebro” chegou à Irmandade Muçulmana com, apenas, 15 anos.

Em 1980 esteve envolvido no assassínio do Presidente do Egito e acabou por ser preso.

Integrou a Jihad islâmica egípcia antes de se juntar à Al-Qaeda em 1998. Foi durante a guerra contra os soviéticos que conheceu bin Laden. De amigo a médico pessoal foi o passo.

Zawari tornou-se número dois da organização e à semelhança do líder sempre denunciou a política norte-americana no Afeganistão e no Iraque.

O novo líder da Al-Qaeda promete seguir as pisadas de bin Laden e continuar a guerra santa contra os Estados Unidos e Israel.

O homem que muitos acreditam ter sido o “cérebro operacional” dos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos já fez saber que apoia as revoluções no mundo árabe.

Washington oferece um prémio de 25 milhões de dólares pela captura de Zawari.

domingo, 12 de junho de 2011

Morre líder da Al Qaeda Fazul Mohammed

Fazul Mohammed estava na Somália e era um dos homens mais procurados do FBI. Acusado de atentados na década de 90, ele morreu durante tiroteio.


Hillary Clinton saúda morte de elemento da Al-Qaeda


A chefe da diplomacia norte-americana, Hillary Clinton, diz que a morte do suspeito de arquitectar atentados contra embaixadas americanas no Quénia e Tanzânia em 1998 foi "um golpe significativo" para a Al-Qaeda.

O comandante das forças armadas da Somália, Abdikarin Yusuf Dhegabadan, confirmou a morte de Abdullah Mohammed numa troca de tiros na semana passada com a polícia na capital do país, Mogadíscio, e que o seu corpo foi entregue aos serviços secretos americanos na passada quarta-feira.

A morte do suposto militante da organização terrorista "é um golpe significativo para a Al-Qaeda, os seus aliados extremistas e as suas operações no norte de África", afirmou Clinton em Dar es Salaam, na Tanzânia, citada num comunicado do Departamento de Estado norte-americano.
"É um final justo para um terrorista que provocou tanta morte e dor a muitos inocentes em Nairobi e Dar es Salaam", referiu Hillary Clinton, que está numa visita a vários países africanos.

Fazul Abdullah Mohammed, de 38 anos, esteve durante quase 13 anos na lista dos mais procurados do FBI e as autoridades ofereciam uma recompensa de cinco milhões de dólares - cerca de 3,5 milhões de euros. O homem era procurado pelos atentados contra as embaixadas americanas no Quénia e na Tanzânia em 1998, que provocaram um total de 224 mortos, a maioria dos quais quenianos, embora alguns americanos também tenham morrido.

sábado, 4 de junho de 2011

Avião não-tripulado dos Estados Unidos abateu alto dirigente da Al-Qaeda

Um avião não-tripulado norte-americano matou a noite passada o alto dirigente da rede terrorista Al-Qaeda Mohammed Ilyas Kashmiri, num bombardeamento na área tribal paquistanesa do Waziristão do Sul, confirmaram hoje fontes dos insurgentes.

Um porta-voz da formação Harkatul Jihad al Islami (HUJI) anunciou a morte de Kashmiri no ataque, segundo vários órgãos de comunicação social.

O avião não-tripulado lançou sexta-feira à noite os seus mísseis contra um refúgio insurgente no Waziristão do Sul, região tribal fronteiriça com o Afeganistão e terá morto pelo menos sete pessoas.

Tanto as autoridades paquistanesas como norte-americanas negam repetidamente em público os ataques deste tipo de aparelhos junto à fronteira com o Afeganistão.

Mas, em privado, fontes dos serviços de informações admitem que existe colaboração entre Washington e Islamabade na luta contra os grupos de insurgentes que operam junto à fronteira.

Kashmiri, cuja morte já em anteriores ocasiões tinha sido aventada, devido a operações daquele tipo de aviões, ascendeu na cadeia de comando da Al-Qaeda após a morte de Osama bin Laden no Paquistão, no passado dia 02 de maio, às mãos de forças de elite norte-americanas.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Paquistão anuncia prisão de comandante da Al-Qaeda


As forças de segurança paquistanesas anunciaram, nesta terça-feira, a prisão de um importante comandante da Al-Qaeda.

De acordo com a AFP, Muhamad Ali Qasim Yaqub, de nacionalidade iemenita, foi preso em Karachi, no sul do Paquistão.

Em comunicado, o Exército paquistanês afirma que, apesar de Yaqub não figurar na lista de membros da Al-Qaeda mais procurados no mundo, este é «um importante membro activo» da rede do falecido líder terrorista Osama Bin Laden.

O exército paquistanês afirma que «segundo os primeiros elementos da investigação, o iemenita trabalhou directamente sob as ordens de líderes da Al-Qaeda na fronteira entre Paquistão e Afeganistão», anunciou o Exército.

sol

Al-Qaeda tem novo líder


A televisão Al-Jazeera avança nesta quinta-feira que o novo líder interino da organização terrorista é Saif al Adel, um ex-oficial das Forças Especiais do Egipto.

De acordo com a televisão árabe, Al Adel foi nomeado para o cargo depois de uma reunião levada a cabo entre «seis a oito líderes da Al-Qaeda» realizada no dia 10 de Maio, na fronteira entre Paquistão e Afeganistão.

Saif Al Adel, ex-membro da Jihad Islâmica egípcia, tem cerca de 50 anos e até então era o chefe do braço militar da organização.

Também conhecido por Muhamad Ibrahim Makawi, o ex-militar egípcio é acusado de participar dos atentados contra as embaixadas americanas em Nairobi e Dar Es Salam, em 1998, e tem a cabeça a prémio por cinco milhões de dólares.

No entanto, de acordo com a AFP, Ayman al Zawahiri (o segundo na hierarquia da Al-Qaeda) continua apontado como o sucessor definitivo de Bin Laden.

SOL

sábado, 14 de maio de 2011

Filhos de Bin Laden vão processar Obama pela morte do pai

Os filhos de Osama Bin Laden contestam a legitimidade dos EUA na operação militar da qual resultou na morte do pai e equacionam abrir processos contra a Administração norte-americana no Tribunal Criminal Internacional e no Tribunal Internacional de Justiça.

Numa carta que foi publicada no New York Times, pedem à Organização das Nações Unidas que abra um inquérito para determinar o porquê de se ter optado pela morte a sangue frio e não pela prisão. Utilizam o exemplo do processo que resultou na morte de Saddam Hussein, o ditador iraquiano foi preso, julgado e condenado à morte.

Na missiva, a família exige saber o porquê «de um homem desarmado ter sido morto e não preso e levado a tribunal, para que a verdade fosse revelada às pessoas de todo o mundo».

O jornal norte-americano publicou o texto assinado por Omar Bin Laden, um filho de 30 anos que, apesar de ter vivido com o líder da Al-Qaeda no Sudão e no Afeganistão, sempre condenou os ataques deliberados a civis em que o pai esteve envolvido.

O filho do líder terrorista faz questão referir que sempre discordou do pai e que sempre lhe fez saber que «deveria alterar a forma pela qual procurava atingir os seus objectivos», «pois os civis nunca deveriam ser atacados».

De qualquer das formas, Omar Bin Laden avança que está a juntar um grupo «eminente» de advogados e juristas para o ajudarem no processo. Caso a administração Obama não responda à missiva em 30 dias, Omar tomará «as acções necessárias», sendo que tal significa abrir processos no Tribunal Criminal Internacional e no Tribunal Internacional de Justiça.

SOL

Princípio da vingança pela morte de Bin Laden faz mais de 80 mortos

Um ataque duplo dos talibãs a um centro de treinos militares no noroeste do Paquistão fez pelo menos 80 mortos. Os extremistas dizem que é apenas o início da vingança pela morte recente de Osama Bin Laden.

Na sua maioria, os mortos eram militares que tinham concluído o seu treino, adiantou Bashir Ahmad Bilour, um responsável político da região, à CNN.

As explosões ocorreram depois de os recrutas deixarem as instalações de Shabqadar Fort, no distrito de Charsadda, onde tinham estado em treinos durante nove meses.

De acordo com a cadeia noticiosa norte-americana, cerca de 140 pessoas terão ficado feridas.

Ihsan Ullah Ihsan, porta-voz dos talibãs no país, garantiu que «o Paquistão e os Estados Unidos devem preparar-se para mais ataques».

«Osama era o nosso grande líder e os que mataram Osama terão de pagar por isso», disse ainda.

Afinal Casa Branca não assistiu em directo à operação que matou Bin Laden

Imagem divulgada pela Casa Branca onde se vê Barack Obama e outros membros do executivo norte-americano alegadamente a acompanhar ao vivo a operação militar dirigida a Osama Bin Laden.

O chefe dos serviços secretos dos Estados Unidos da América (EUA) revelou que um blackout nas câmaras montadas nos capacetes dos soldados norte-americanos impossibilitou a transmissão de imagens ao vivo durante a operação militar.
As declarações vêm acrescentar polémica à panóplia de informações que já foi avançada sobre a operação que levou à morte do líder da al-Qaeda.

Quando acompanhavam os acontecimentos em tempo real a partir da sala de operações da Casa Branca, o presidente dos EUA, Barack Obama, acompanhado por outros membros do executivo como a secretária de estado Hillary Clinton, terão ficado sem acesso a informações sobre o desenrolar dos acontecimentos durante 20 a 25 minutos, conta Panetta, citado pelo Daily Telegraph.

«Quando as equipas entraram no complexo [de Bin Laden] posso assegurar que houve um período de 20 ou 25 minutos em que não sabíamos exactamente o que se estava a passar», garantiu, ao lembrar «os momentos muito tensos» ocorridos enquanto «esperavam por informação».

«Não tínhamos uma onda de informação em directo à medida que a operação ia decorrendo», clarificou.

Morte de Bin Laden não terá sido
ordenada directamente por Barack Obama

Além das informações avançadas sobre as imagens ao vivo da operação, Leon Panetta divulgou igualmente que terão sido os próprios soldados norte-americanos a tomar a decisão final de matar Bin Laden, o que contradiz a ideia de que teria sido Barack Obama a tomar essa decisão.

Mas Panetta ressalva, contudo, que a operação detinha previamente «a autoridade para matar Bin Laden».

«De acordo com as regras, se ele se tivesse rendido, posto as mãos no ar e não representasse uma ameaça, então as ordens eram para capturá-lo. Mas [os soldados] tinham autoridade para o matar», explicou.

Ainda segundo as informações adiantadas pelo director da CIA, o presidente Barack Obama apenas terá tomado conhecimento da morte do líder da al-Qaeda via rádio.

As certezas terão sido confirmadas no momento em que se terá ouvido um general a entoar no rádio «Geronimo», palavra-código que seria utilizada caso os comandos norte-americanos lograssem matar Bin Laden.

Contudo, a ausência de vídeos ou imagens da operação continua a fazer pairar sobre a operação um clima de incerteza, alimentada em paralelo pelo fluxo de contra-informação que tanto EUA como o Paquistão têm divulgado à comunicação social.

SOL

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Forças Especiais - SEALS - USA

Ex-instrutor de elite explica treinamento de militares que mataram Bin Laden

O terrorista foi morto em uma operação comandada por uma tropa especial americana, que só trabalha em segredo. Os militares, conhecidos como seals, atuam em operações de altíssimo risco e em colaboração com a CIA, a agência de inteligência americana. Para o ataque à mansão de Bin Laden, foram recrutados pouco mais de 20 deles. John McGuire, que já foi instrutor de tiro dos seals, contou que a operação levou quatro meses para ser preparada e que os militares tinham uma maquete da casa.



Conheça cidade onde Bin Laden morreu no Paquistão

Ana Paula Padrão mostra o que encontrou em Abottabad, cidade onde Osama bin Laden se escondeu por anos e morreu em operação militar americana. A casa, que fica ao lado de base militar paquistanesa, está cercada por policiais e até pela população, que impedem o acesso ao local. Moradores contam o que viram da operação que matou o terrorista.

Médico considerado o principal estrategista da Al Qaeda pode ser sucessor de Bin Laden

A Al Qaeda prometeu vingança pela morte de Osama Bin Laden e o médico egípcio Ayman al Zawahiri, considerado o principal estrategista da rede terrorista, se tornou o homem mais procurado do mundo. O governo americano oferece uma recompensa equivalente a R$ 43 milhões para quem ajudar a encontrá-lo. Saiba quem é o médico e qual era a ligação dele com Bin Laden.

Veja os detalhes da operação do governo americano para matar Bin Laden

A caçada ao terrorista acabou após dez anos dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Militares americanos atacaram a casa de Osama bin Laden em Abottabad, no Paquistão, sem avisar as forças armadas do país. A operação resultou na morte de Bin Laden, um filho do terrorista, o mensageiro Abu al Kuwaiti, a mulher dele e o irmão de Abu. Saiba como foi feito o reconhecimento do corpo de Osama e veja fotos da operação e vídeos encontrados na casa onde tudo aconteceu.

domingo, 8 de maio de 2011

Veja os principais ataques da Al Qaeda



Em uma das primeiras ações terroristas do grupo liderado por Osama bin Laden contra os EUA, explosões sincronizadas em diferentes embaixadas americanas na África deixaram pelo menos 130 mortos e mais de 2.000 feridos. Após reivindicar os ataques, Bin Laden entrou para a lista dos mais procurados do FBI (a Polícia Federal americana)



Em 2000, Bin Laden continuou a galgar sua posição como inimigo número 1 dos Estados Unidos com a explosão de um destróier americano no Iêmen, terral natal do pai do líder terrorista. O ataque suicida matou 17 militares americanos e provocou mudança nos protocolos da Marinha


Imagem registra o momento exato em que o segundo avião sequestrado por terroristas atinge o World Trade Center, em Nova York. O 11 de Setembro de 2001redesenhou a geopolítica mundial e deu início à chamada “Guerra ao Terror”, levando os Estados Unidos a invadir o Afeganistão e o Iraque em busca do líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama bin Laden


Completando o cenário de horror dos atentados, estruturas do arranha-céu permaneceram de pé, lembrando a imagem de lápides. O ataque às Torres Gêmeas deixou quase 3.000 mortos, em sua maioria, americanos, em 2001. Antes, as torres já haviam sido atacadas pela Al Qaeda sem sucesso, na explosão de um carro bomba em 1993


Helicóptero sobrevoa o Pentágono (o quartel-general do Exército americano), um dos alvos dos ataques de 11 de Setembro, em Washington. Os ataques mexeram também com a política interna dos EUA, que colocaram em vigor o polêmico Patriotic Act – lei que permitiu que o governo rastreasse informações de cidadãos sem qualquer ordem judicial


Em 2002, um novo atentado terrorista da organização liderada por Osama bin Laden deixou 202 mortos na paradisíaca ilha de Bali, na Indonésia. As duas explosões – uma provocada por um homem-bomba e outra por um carro-bomba – ocorreram simultaneamente nos arredores de boates frequentadas por turistas ocidentais


Em março de 2004, outro ato terrorista assinado pela Al Qaeda atingiu o sistema de trens de Madri. Detonados no horário de pico, os explosivos mataram mais de 170 pessoas. A organização terrorista justificou o ato como um ultimato para que os países europeus, como a Espanha, retirassem suas tropas do Iraque


Homem tenta ajudar mulher ferida na explosão de homens-bomba no metrô de Londres, em 2005. Três terroristas detonaram explosivos em diferentes vagões e um quarto homem ainda atacou um ônibus, elevando para 56 o número de mortos na ação terrorista no Reino Unido, um aliado americano


No alto verão egípcio, três carros-bomba deixaram 88 mortos e mais de 200 feridos no balneário de Sharm El Sheikh, em julho de 2005, incluindo turistas. Grupos locais reivindicaram o ataque como um trabalho em parceria com células da Al Qaeda


No Natal de 2009, um nigeriano de 22 anos tentou detonar explosivos escondidos na cueca durante um voo entre Amsterdã e Detroit. O atentado foi frustrado porque o jovem não conseguiu acionar as bombas, colocando fogo em suas próprias calças e sendo contido pelos ocupantes da aeronave. Poucos dias depois, a Al Qaeda assumiu a tentativa

Bin Laden é filho de milionário saudita e já foi aliado dos EUA; veja biografia

O líder terrorista mais odiado pelo EUA, filho de um milionário saudita, foi o grande aliado do país na expulsão da forças soviéticas do Afeganistão na década de 80 so século passado. Desde então, Osama começou a financiar grupos islâmicos. Em 1993, seu nome esteve envolvido no primeiro atentado ao World Trade Center. Em diversos momentos, ele falava em guerra santa e, em um vídeo, conta como arquitetou o atentado às torres gêmeas.

Vídeos relacionados com OSAMA BIN LADEN

Veja imagens inéditas do atentado às torres gêmeas em Nova Iorque

O atentado ocorrido em 11 de setembro de 2001, elaborado por Osama bin Laden, é o maior atentado terrorista da história. Quatro aviões comerciais foram sequestrados por terroristas: dois atingiram as torres gêmeas do World Trade Center, um caiu no Pentágono em Washington e outro caiu em um campo, no Estado americano na Pensilvânia. Veja no vídeo imagens gravadas por pessoas que estavam perto das torres gêmeas, com câmeras portáteis e telefones celulares. As imagens fazem parte do documentário 102 Minutos Que Mudaram a América.


Obama diz que o mundo é um lugar melhor para se viver após morte de Bin Laden

Durante uma cerimônia na Casa Branca com veteranos da Guerra da Coreia, o presidente norte-americano falou sobre a morte do terrorista Osama bin Laden e disse que este é um dia muito feliz para o país, pois a justiça foi feita.


Entenda como funciona a rede Al Qaeda, criada por Osama bin Laden

A rede terrorista significa em árabe “a base” e foi fundada por Bin Laden com a ajuda de um assessor. São dezenas de afiliadas, que têm mais força no norte e leste da África, no Iraque e no Iêmen. Entenda como funciona toda a rede no vídeo.


Médico egípcio passa a ser o terrorista mais procurado pelos EUA

Depois da morte de Osama Bin Laden, Ayman al Zawahiri, número dois da Al Qaeda, torna-se o criminoso mais procurado do mundo.


Governo americano afirma que Casa Branca tem fotos de Bin Laden morto

Foi divulgada no mundo todo uma foto que seria de Bin Laden morto, mas, segundo uma fonte do governo americano, trata-se de uma foto-montagem. A fonte afirmou que a Casa Branca tem imagens de Bin Laden assassinado, mas ainda decide se vai ou não divulgar. Militares dos EUA chegaram ao local onde o líder terrorista estava escondido através de fatos como falta de internet e telefone. A casa teria sido construída há cinco anos para Bin Laden.

Paquistão estuda o que fazer com familiares de Osama bin Laden


Com a morte de Osama bin Laden, as autoridades do Paquistão, no centro das críticas, estudam agora o que fazer com os familiares do ex-líder da Al Qaeda que estavam com ele na cidade de Abbottabad.

As forças especiais dos Estados Unidos, que executaram a operação na casa de Bin Laden, levaram o corpo do ex-líder terrorista e o de outro adulto - um familiar seu, pela versão mais difundida, mas deixaram para trás várias pessoas.

Os membros das forças de segurança paquistanesas, que chegaram ao local depois da operação, encontraram no imóvel quatro indivíduos mortos - incluindo uma mulher - e cerca de dez pessoas vivas, destas muitas são crianças.

Uma fonte da ISI (principal agência dos serviços secretos paquistaneses) afirmou à agência de notícias Efe nesta semana que o Paquistão tem sob custódia uma mulher de Bin Laden - supostamente de origem iemenita -, e uma de suas filhas - de 12 ou 13 anos - e "entre oito e nove crianças", que estavam na casa.

Algumas versões da imprensa do país numeram em até três o número de esposas - uma delas seria afegã - nas mãos das forças de segurança paquistanesas, e revelam que parte das crianças que viviam na casa seriam filhos do próprio Bin Laden, uma informação ainda não confirmada.

De qualquer maneira, parece claro que após o fracasso por não terem encontrado o paradeiro do terrorista mais procurado do mundo dentro de seu próprio território, as autoridades do Paquistão enfrentam o nada agradável papel de resolver o que fazer com a família de Bin Laden.


Sem passar adiante, o mulá Abdul Aziz, clérigo da Mesquita Vermelha de Islamabad, considerado um reduto do fundamentalismo, declarou nesta sexta-feira (6) estar disposto a adotar as crianças que foram encontradas na casa de Bin Laden em Abbottabad.

Segundo a imprensa local, o ministro de Interior paquistanês, Rehman Malik, foi no sábado (7) à Arábia Saudita para abordar com a cúpula saudita uma possível extradição de familiares de Bin Laden a esse país, embora fontes oficiais consultadas neste domingo pela Efe tenham desmentido essa versão.

O país árabe, no entanto, já havia retirado de Bin Laden a nacionalidade há mais de uma década, apesar de em seu território ainda residirem familiares do ex-líder terrorista.

Em análise preliminar da situação, o advogado paquistanês Qasim Wadud argumentou à Efe que tudo vai depender da nacionalidade dos familiares do líder da Al Qaeda, o que não está muito claro até o momento.

"Se essas pessoas não estão envolvidas em crimes, o Estado paquistanês não pode retê-las. O lógico é seguir o caminho da extradição", avaliou.

"No caso da esposa iemenita, seria ao Iêmen", complementou, embora algumas informações oficiais apontem que esse Estado não estaria disposto a isso.

Uma fonte da ISI havia indicado à Efe, um dia após a morte de Bin Laden que o mais provável seria que os familiares fossem repatriados para suas nações de origem.

Essa pessoa, no entanto, não detalhou quais seriam os países. Outra possibilidade - cogitada pelo advogado Wadud - seria o Paquistão conceder aos familiares do líder da Al Qaeda status de refugiados ou a opção de nacionalizá-los.

"Trata-se de um dilema para Islamabad. Uma decisão equivocada sobre o futuro da família de Bin Laden pode criar mais problemas para o Paquistão", afirmou uma fonte oficial citada neste domingo pelo jornal local "Express Tribune".

Nesta segunda-feira (9), o primeiro-ministro paquistanês, Yousuf Raza Gillani, vai ao Parlamento explicar a postura de seu governo diante da operação dos EUA que matou Bin Laden.

Uma porta-voz do Governo, Farhat Jabeen, explicou à Efe que o Executivo de Gillani "ainda não formulou uma política sobre o que fazer com os familiares de Bin Laden", embora tenha admitido que "com certeza" o assunto será tratado nesta segunda pelo primeiro-ministro.

Jabeen declarou que o comparecimento de Gillani foi decidido no sábado em reunião no Palácio presidencial com a participação do próprio chefe de Governo, o presidente, Asif Ali Zardari, e o chefe do Exército, Ashfaq Pervez Kiyani.

Enquanto isso, o complexo residencial de Abbottabad onde Bin Laden estava refugiado nos últimos anos continua fechado sob proteção da forças das segurança paquistanesas, informou neste domingo à Efe uma policial da cidade.

Segunda a imprensa paquistanesa, a Autoridade Reguladora de Comunicações proibiu as entradas ao vivo pelos meios de comunicação a partir das imediações da casa.

EUA concluem que Bin Laden ainda era o principal comandante da Al Qaeda

Após encontrar novos vídeos de Osama bin Laden no esconderijo onde ele foi morto, no Paquistão, o governo americano constatou que ele ainda era o principal comandante da rede Al Qaeda. Em um dos cinco vídeos achados, todos sem identificação de data ou local, o terrorista aparece mais velho e assistindo às noticias a respeito dele próprio na televisão.

Obama divulga imagens de Bin Laden na casa em que foi morto

Em vídeo divulgado pelo governo americano, Osama bin Laden aparece assistindo à televisão na casa em que foi morto no Paquistão. O material foi apreendido na mesma residência