O governo chinês confirmou oficialmente, esta quarta-feira, o adiamento da visita a Portugal do presidente chinês Hu Jintao, devido aos conflitos em Xinjiang, na região autónoma uigure, no noroeste da China.
Apesar do adiamento da visita do chefe de Estado chinês a Portugal, será mantida a realização, sexta-feira e sábado, do Fórum Económico e Comercial luso-chinês, que reunirá em solo português um número recorde de empresários chineses (mais de 200).
O presidente chinês chegou a Roma no passado domingo para uma visita de Estado a Itália a convite do presidente italiano Giorgio Napolitano.
Hu Jintao deveria iniciar esta sexta-feira uma visita de dois dias a Portugal, depois da participação na cimeira dos G8, que decorre entre hoje e quinta-feira.
No entanto, os conflitos em Xinjiang levaram o presidente chinês a decidir-se pelo regresso a casa, falhando a participação na cimeira e a visita a Portugal.
Apesar da ausência do presidente, o conselheiro de Estado Dai Bingguo participará nos trabalhos do G8 que reúne os líderes dos oito países mais industrializados do mundo (Alemanha, Canada, Franca, Estados Unidos, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia), a África do Sul, Brasil, China, Índia e México.
Além do homólogo português, Aníbal Cavaco Silva, Hu Jintao tinha encontros previstos com o presidente da Assembleia da Republica, Jaime Gama, e com o primeiro-ministro, José Sócrates, assinalando ao mais alto nível o 30.º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países.
Novos confrontos étnicos rebentaram esta terça-feira em Urumqi, capital do Xinjiang, onde milhares de Hans, armados de bastões, de pás e machados invadiram as ruas para se vingarem depois dos motins dos uígures, muçulmanos de origem turca desta região que fizeram 156 mortos e mais de um milhar de feridos no domingo.
Estes tumultos são os mais violentos dos últimos 60 anos em território chinês.
Apesar do adiamento da visita do chefe de Estado chinês a Portugal, será mantida a realização, sexta-feira e sábado, do Fórum Económico e Comercial luso-chinês, que reunirá em solo português um número recorde de empresários chineses (mais de 200).
O presidente chinês chegou a Roma no passado domingo para uma visita de Estado a Itália a convite do presidente italiano Giorgio Napolitano.
Hu Jintao deveria iniciar esta sexta-feira uma visita de dois dias a Portugal, depois da participação na cimeira dos G8, que decorre entre hoje e quinta-feira.
No entanto, os conflitos em Xinjiang levaram o presidente chinês a decidir-se pelo regresso a casa, falhando a participação na cimeira e a visita a Portugal.
Apesar da ausência do presidente, o conselheiro de Estado Dai Bingguo participará nos trabalhos do G8 que reúne os líderes dos oito países mais industrializados do mundo (Alemanha, Canada, Franca, Estados Unidos, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia), a África do Sul, Brasil, China, Índia e México.
Além do homólogo português, Aníbal Cavaco Silva, Hu Jintao tinha encontros previstos com o presidente da Assembleia da Republica, Jaime Gama, e com o primeiro-ministro, José Sócrates, assinalando ao mais alto nível o 30.º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países.
Novos confrontos étnicos rebentaram esta terça-feira em Urumqi, capital do Xinjiang, onde milhares de Hans, armados de bastões, de pás e machados invadiram as ruas para se vingarem depois dos motins dos uígures, muçulmanos de origem turca desta região que fizeram 156 mortos e mais de um milhar de feridos no domingo.
Estes tumultos são os mais violentos dos últimos 60 anos em território chinês.