Documento vai mostrar todos as pessoas envolvidas e responsáveis pelo ataque à mansão onde estava Bin Laden. Os Falcões são considerados os `homens fortes´ do presidente
Guerra é uma disputa violenta entre dois ou mais grupos distintos de indivíduos mais ou menos organizados. A guerra pode ocorrer entre países ou entre grupos menores como tribos ou facções dentro do mesmo país. Em ambos os casos, pode-se ter a oposição dos grupos rivais isoladamente ou em conjunto. Neste último caso, tem-se a formação de aliança(s).
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Conheça os Falcões de Obama
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Seals - "United States Navy Sea, Air and Land"
Conheça a tropa de elite que eliminou o terrorista Osama Bin Laden
Os Navy Seals estiveram no Brasil em 2010 durante um mês no Batalhão Tonelero. Eles fizeram um treinamento conjunto com o grupo especial de retomada e resgate
Os Navy Seals estiveram no Brasil em 2010 durante um mês no Batalhão Tonelero. Eles fizeram um treinamento conjunto com o grupo especial de retomada e resgate
"United States Navy Sea, Air and Land", também conhecidos como "US NAVY SEALS".
O United States Navy Sea, Air and Land, mais conhecidos como US NAVY SEALS, é uma Força de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos, especializados na guerra não convencional, ação direta, antiterrorismo e reconhecimento. No Brasil poderiam ser equivalentes com o Grupo de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) e em Portugal ao DAE.
Eles foram criados em 1962, por ordem do presidente John F. Kennedy. Desde então tem assumido papel importante no teatro de operações de Forças Especiais dos Estados Unidos. Entre os analistas militares, há muitos que dizem que são a melhor Força Especial do mundo, mas aí entra em discussão outras unidades como: 1SFOD-D ou Força Delta, SAS, SASR, Sayeret Matkal e Shayetet 13.
A Organização é dividida em 10 grupos, sendo que cada um tem responsabilidade por uma área no mundo,com exceção do SEALS TEAM SIX ou DEVGRU, que seria uma espécie de Força Delta dos Seals que tem como missão primordial o combate ao terrorismo no campo naval, empregando táticas de Close Quarters Battle.
Navy Seals in Afghanistan
Veja imagens da ocupação da polícia do Rio ao morro da Mangueira
As forças de segurança ocuparam o morro da Mangueira neste domingo (19). A comunidade deve ganhar uma UPP em breve. Veja imagens exclusivas feitas pela repórter do R7 durante a operação.
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sexta-feira, 10 de junho de 2011
PM é encontrado morto e a equipe do SOE chega ao assassino
Segundo a testemunha, o policial militar foi visto pela última vez com dois indivíduos. Acompanhe como os investigadores do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), com a ajuda do SOE (Suporte de Operações Especiais), chegou até o criminoso...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Policiais da Rocam chegam onde viaturas comuns não vão
Veja como é feito o treinamento de pilotagem, que exige muita habilidade dos motociclistas
Forças Especiais - Batalhão de Choque - Brasil
Batalhão de choque combate a violência
Acompanhe a Operação Saturação!
Comando estuda mapa para iniciar buscas
O Batalhão de Choque segue em busca de novas apreensões
Denúncia anônima leva polícia a prender traficante
O criminoso escondia as drogas no terreno de sua casa
Polícia estoura laboratório de cocaína
No local havia balança, prensa, drogas e muita munição
Homem aluga a própria casa como depósito de entorpecentes
Uma nova denúnica levou a polícia até o esconderijo
Choque faz triagem em comunidade
Famílias fazem agendamento para tratamento odontológico
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Companhia de Operações Especiais da GNR - Portugal
MISSÕES
Integrado no Sistema de Forças da Guarda Nacional Republicana através da sua Unidade mãe o Regimento de Infantaria, ao Batalhão Operacional como Subunidade de Reserva, pronta actuar em todo o território nacional e recentemente no Teatro de Operações de Timor Leste, poderão ser atribuídas as seguintes missões:
- Manutenção e restabelecimento da ordem pública em eventos de grandes dimensões;
- Segurança de áreas e pontos sensíveis;
- Segurança pessoal de altas entidades desde que determinado superiormente;
- Busca e salvamento de pessoas e bens;
- Patrulhamento intensivo de áreas de elevado grau de perigosidade;
- Combate a criminalidade violenta;
- Escolta a pessoas e bens;
- Representação honorífica do Estado;
- Participação em Forças Internacionais de âmbito policial.
- Segurança de áreas e pontos sensíveis;
- Segurança pessoal de altas entidades desde que determinado superiormente;
- Busca e salvamento de pessoas e bens;
- Patrulhamento intensivo de áreas de elevado grau de perigosidade;
- Combate a criminalidade violenta;
- Escolta a pessoas e bens;
- Representação honorífica do Estado;
- Participação em Forças Internacionais de âmbito policial.
ORGANIZAÇÃO
Com um efectivo de 438 homens o Batalhão Operacional é composto por 3 Companhias Operacionais, uma das quais neste momento a prestar serviço em Timor Leste, um Pelotão de Operações Especiais e um Pelotão de Comando e Serviços.
PROCESSO DE FORMAÇÃO
Tendo como base de recrutamento todo o efectivo voluntário da Guarda Nacional Republicana, todo o militar que manifeste interresse em integrar o Batalhão Operacional é sujeito a um conjunto de provas de selecção onde são avaliadas componentes físicas, psicológicas e biométricas.
Apto nas provas de selecção, o militar tem que frequentar com aproveitamento um curso específico ministrado no seio do Batalhão Operacional. Este curso, com a duração de cinco semanas, está vocacionado para preparar o militar sob o ponto de vista técnico/táctico no âmbito das missões que futuramente lhe poderão ser atribuídas.
Como formação complementar, durante a sua vivência da Subunidade o militar terá oportunidade de frequentar outros cursos nacionais ou no estrangeiro:
¨ Operações Especiais;
¨ Inactivação de Engenhos Explosivos Improvisados;
¨ Segurança a Altas Entidades;
¨ “Snipper”;
¨ Montanhismo;
¨ Intervenção em áreas urbanizadas;
¨ Educação Física e Desportos;
¨ Tiro;
¨ Ordem Pública em países EU;
¨ Etc..
¨ Inactivação de Engenhos Explosivos Improvisados;
¨ Segurança a Altas Entidades;
¨ “Snipper”;
¨ Montanhismo;
¨ Intervenção em áreas urbanizadas;
¨ Educação Física e Desportos;
¨ Tiro;
¨ Ordem Pública em países EU;
¨ Etc..
INSTRUÇÃO
Pautando a sua actividade diária pelo lema “ corpo são mente sã “, a instrução ministrada ao militar do Batalhão Operacional, incide basicamente em dois vectores: treino físico sistemático e treino de procedimentos operacionais. A interacção destes dois vectores com a permanente actualização técnica/táctica da Força permite um elevado grau de proficiência nas acções a desenvolver.
É também na instrução que as bases para o espírito de grupo e de corpo que caracterizam esta Força são solidificadas, uma mão vale mais que cinco dedos separados; é a mensagem que todos devem perceber e praticar.
ACTIVIDADE OPERACIONAL
Disponibilidade, abnegação, sentido de dever, espirito de sacrifício e ponderação são palavras significativas para enquadrar a actividade operacional do militar do Batalhão.
Nos ambientes mais hostis, com adversários muitas vezes fortemente motivados e armados, o Batalhão é o último recurso para reposição dos princípios basilares da Constituição Portuguesa.
A acção apesar de firme e enérgica é planeada e executada segundo os princípios rigorosos que regem uma sociedade democrática. O uso da mínima força e o emprego progressivo de meios estão sempre presentes em prol da lei e da ordem.
O FUTURO
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| Foto meramente Ilustrativa |
Num passado recente o Batalhão Operacional tem representado a Guarda Nacional Republicana em diversos eventos internacionais. O mais relevante foi sem dúvidas a projecção de uma Força de escalão Companhia para integrar a CIVPOL ( Policia Civil ) no território de Timor Leste. O sucesso desta Força, reconhecido pelas mais altas instâncias nacionais e internacionais, pode conduzir futuramente à presença desta Instituição em outros Teatros de Operações.
De realçar ainda a participação do Batalhão em diversos exercícios conjuntos no âmbito F.I.E.P. ( França, Itália, Espanha e Portugal). A constituição de uma Força Conjunta entre os países participantes é neste momento objecto de estudo avançado, procurando através da uniformização de procedimentos, técnicas e tácticas fazer face a um adversário que cada vez mais tem características similares nos diversas países, ponto da globalização que também nesta área se verifica.
sábado, 21 de maio de 2011
Lista de forças de operações especiais
- Forças Policiais
- GSG 9 (anteriormente Grenzschutzgruppe 9)
- Spezialeinsatzkommando (SEK)
Forças Armadas
- Special Air Service Regiment (SASR)
- Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais - (BtlOpEspFuzNav)
- Brigada de Operações Especiais - (Bda Op Esp)
- 1º Batalhão de Ações de Comandos - (1º BAC)
- 1° Batalhão de Forças Especiais - (1º BFEsp)
- 3ª Companhia de Forças Especiais - (3ª Cia FEsp)
- Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PÁRA-SAR) - (EAS)
- Grupamento de Mergulhadores de Combate - (GRUMEC)
- Pelotão Punhal
- Pelotão de Operações Especiais (PELOPES)
Forças Policiais
- Acre
- Batalhão de Operações Especiais (BOPE) - Polícia Militar do Estado do Acre
- Alagoas
- Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) - Polícia Militar de Alagoas
- Tático Integrado de Grupos de Resgate Especial (TIGRE) - Polícia Civil do Estado de Alagoas
- Amazonas
- Companhia de Operações Especiais (COE) - Polícia Militar do Amazonas
- Bahia
- Centro de Operações Especiais (COE/Centro) - Polícia Civil do Estado da Bahia
- Companhia de Operações Especiais (COE/Companhia) - Polícia Militar do Estado da Bahia
- Distrito Federal
- Batalhão de Operações Especiais (BOPE) - Polícia Militar do Distrito Federal
- Divisão de Operações Especiais (DOE) - Polícia Civil do Distrito Federal
- Espírito Santo
- Batalhão de Missões Especiais (BME) - Polícia Militar do Estado do Espírito Santo
- Maranhão
- Batalhão de Missões Especiais (BME) - Polícia Militar do Maranhão
- Mato Grosso
- Batalhão de Operações Especias (BOPE) - Polícia Militar do Estado de Mato Grosso
- Grupo de Operações Especias (GOE) - Polícia Judiciária Civil do Estado de Mato Grosso
- Mato Grosso do Sul
- Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (CIGCOE) - Polícia Militar de Mato Grosso do Sul
- Grupo Armado de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros (GARRAS) - Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul
- Minas Gerais
- Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) - Polícia Militar de Minas Gerais
- Grupo de Resposta Especial (GRE) - Polícia Civil do Estado de Minas Gerais
- Pará
- Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE) - Polícia Militar do Estado do Pará
- Grupo de Pronto Emprego (GPE) - Polícia Civil do Estado do Pará
- Paraíba
- Grupamento de Ações Táticas Especiais (GATE) - Polícia Militar do Estado da Paraíba
- Paraná
- Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) - Polícia Civil do Estado do Paraná
- Batalhão de Operações Especiais (BOPE) - Polícia Militar do Paraná
- Ronda Ostensiva de Natureza Especial (RONE) - Polícia Militar do Paraná
- CANIL - Polícia Militar do Paraná
- Tático Integrado de Repressão Especial (T.I.G.R.E.) - Polícia Civil do Estado do Paraná
- Pernambuco
- Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE) - Polícia Militar de Pernambuco
- Grupo de Operações Especiais (GOE) - Polícia Civil do Estado de Pernambuco
- Piauí
- Rio Grande do Sul
- Rio de Janeiro
- Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) - Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro
- Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) - Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro
- Santa Catarina
- Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) - Polícia Militar de Santa Catarina
- Central de Operações Policiais (COP) - Polícia Civil do Estado de Santa Catarina
- São Paulo
- Ações Táticas de Campinas (ATAC) - Polícia Militar do Estado de São Paulo
- Comandos e Operações Especiais (COE) - Polícia Militar do Estado de São Paulo
- Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) - Polícia Militar do Estado de São Paulo
- Grupo Especial de Resgate (GER) - Polícia Civil do Estado de São Paulo
- Grupo de Operações Especiais (GOE) - Polícia Civil do Estado de São Paulo
Ministério da Justiça
- Batalhão Escola de Pronto Emprego (BEPE) - Força Nacional de Segurança Pública
- Comando de Operações Táticas (COT) - Polícia Federal
- Núcleo de Operações Especiais (NOE) - Polícia Rodoviária Federal
- Marine Special Operations Command
- Navy SEALs
- Forças Policiais
- Hostage Rescue Team (HRT) - Federal Bureau of Investigation
- Special Weapons And Tactics (SWAT)
Forças Policiais
- Forças Policiais
Unidades anti-terroristas
- EKAM, Special Anti-Terrorist Unit
- Forças Policiais
Malásia
Forças Armadas- Grup Gerak Khas
México
Forças Policiais
- Centro de Instrução de Operações Especiais (Rangers)/(CIOE)
- Comandos (Comandos)
- Corpo de Fuzileiros
- Destacamento de Acções Especiais (DAE) Fuzileiros
- Operações Especiais (Rangers)
- Para-quedistas (Para-quedistas)
- Grupo de Intervenção Operações Especiais (GIOE) - GNR
- Grupo de Operações Especiais (GOE) - PSP
- Forças desconhecidas
- E.T.A.R.E
Forças Armadas
- Special Air Service (SAS)
- Special Boat Service (SBS)
- Royal Marines
Forças Armadas
Fonte - Wikipédia
Navy Seals
O United States Navy Sea, Air and Land, mais conhecidos como US NAVY SEALS, é uma Força de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos, especializados na guerra não convencional, ação direta, antiterrorismo e reconhecimento. No Brasil poderiam ser equivalentes com o Grupo de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) e em Portugal ao DAE.
Em 2011 ficaram conhecidos em todo o mundo por eliminar o terrorista Osama Bin Laden. Eles foram criados em 1962, por ordem do presidente John F. Kennedy. Desde então tem assumido papel importante no teatro de operações de Forças Especiais dos Estados Unidos. Entre os analistas militares, há muitos que dizem que são a melhor Força Especial do mundo, mas aí entra em discussão outras unidades como: 1SFOD-D BOPE SPETNAZ ou Força Delta, SAS, SASR, Sayeret Matkal e Shayetet 13.
A Organização é dividida em 10 grupos, sendo que cada um tem responsabilidade por uma área no mundo,com exceção do SEALS TEAM SIX ou DEVGRU, que seria uma espécie de Força Delta dos Seals que tem como missão primordial o combate ao terrorismo no campo naval, empregando táticas de Close Quarters Battle.
Em 1 de maio de 2011, Osama bin Laden foi morto durante uma operação dos Navy Seals realizada na cidade de Abbottabad.Eles já existem há quase 60 anos, mas, são tão secretos e misteriosos que, só agora, ficaram famosos no mundo todo. Os Navy SEALs, a elite da elite da Marinha americana, conseguiu o que muitos achavam impossível: invadiram o esconderijo e mataram Osama bin Laden, o terrorista mais procurado do mundo. Toda a operação durou menos de 40 minutos.
Site oficial (em inglês)
Fonte - Wikipédia
terça-feira, 17 de maio de 2011
Bope usa explosivos especiais em treinamento
Batalhão de Operações Policiais e Especiais treina suas táticas repetidamente para que no momento oportuno os riscos sejam minimizados
Core faz treinamento especial com helicóptero
O batalhão da Core realiza treinamentos especiais com a utilização de helicópteros para agilizar e facilitar a ação contra criminosos.
Além de participar de operações especiais, Core recruta novos policiais
A Core, coordenadoria de recursos especiais da polícia civil do RJ, é voltada para ações especiais, entre elas envolvendo ações de grupos organizados, locais de difícil acesso. Além de preparar agentes dentro da coorporação, ajuda a recrutar novos policiais.
Core também auxilia resgates de afogamento
Ao receber o chamado, helicóptero da Core vai até o local prestar socorro à vítima de afogamento. Eles auxiliam nas mais de 20 mil ocorrências que acontecem anualmente no Estado do Rio de Janeiro.
Core participa de operações em favelas cariocas
Os policiais da Core tem atuação especial no combate à traficantes nos morros cariocas. Eles estudam o local minuciosamente para assim expor os moradores ao menor risco possível.
domingo, 15 de maio de 2011
Deic prende quadrilha que roubava cargas em TO
Após investigação, o Deic identifica esconderijo dos integrantes da quadrilha.
Polícia intensifica patrulha no período de férias - Brasil
Nessa época do ano, criminosos aproveitam lugares movimentados do litoral paulista para cometer furtos e roubos.
Políciais da Rota trocam tiros com ladrão de motos
Após perceber uma motocicleta suspeita, policiais da Rota partem para uma perseguição. Houve troca de tiros.
Força Tática persegue traficantes em Santos - Brasil
Policiais correm para pegar os criminosos em flagrante.
Grupo de Operações Especiais (GOE) - Portugal
INTRODUÇÃO
Grupo de Operações Especiais - GOE - É a unidade de operações especiais da Policia de Segurança Pública(PSP)
Em 1978, a Quinta das águas Livres foi adquirida começando então a construção dos trabalhos nas infrastruturas necessárias para organizar as actividades de instrução e de acomodação dos elementos que formariam o futuro grupo operacional. Ao mesmo tempo começaram os estudos para a criação dos GOE e, com a cooperação do governo britânico, e graças aos esforços do Governo chefiado pelo Dr. Mota Pinto, elementos do 22nd Special Air Service Regiment (SAS) vieram para Portugal para terinar e começar a formação de um grupo de policia capaz de conduzir missões anti-terroristas.
Em 29 de Março de 1982, o primeiro COE - Curso de Operações Especiais começou. O curso acabou a 18 de Novembro desse mesmo ano a unidade foi considerada totalmente operacional e com capacidade de intervenção desde o final de 1982, embora tivesse formalmente criada em 1979. Como resultado da aproximação entre os britânicos SAS e os portugueses GOE, as imagens dos primeiros agentes era dificil distinguir entre britânicos e portugueses por os seus uniformes, equipamento e armas serem idênticos.
Mais tarde, o GOE, ainda mantinha uma forte relação com o SAS, e começou também a treinar com Delta Force dos Estados Unidos, GSG-9 da Alemanha, Unidades Anti-Terroristas da Guardia Civil de Espanha e Unidades Anti-Terroristas de Israel. As capacidades dos GOE foram testadas em Junho de 1983, quando um Comando Arménio, usando carros alugados, invadiu a residência do embaixador da Turquia matando um agente da PSP que fazia parte da equipa de segurança da embaixada, e fazendo reféns o resto das pessoas reféns. O Primeiro Ministro Mário Soares, deu ordem aos GOE para tomarem o edifício. Antes desta tentativa, os terroristas acidentalmente fizeram explodir os engenhos que estavam em seu poder, resultando na morte de 4 terroristas e uma pessoa ferida (a mulher do embaixador), esta foi a versão oficial dos acontecimentos.
Desde esse momento, missões foram delegadas aos GOE. Após 1991, elementos operacionais dos GOE, conjuntamente com ex-operacionais, iniciaram missões de protecção de representantes diplomáticos portugueses e instalações em países estrangeiros onde situações instáveis ou confictos armados punham essa representação em perigo. O nível dos operacionais enviados para esses cenários depedende da situação. O GOE também interveio na evacuação de cidadãos portugueses quando foi necessário: em 1992 em Luanda (Angola), em 1991 e 1997 na Rep.Democrática do Congo(ex-Zaire) e em outros países tais como Guiné, África do Sul, Argélia, Macau (China) e Bósnia.
Nessas missões, foram confrontados com tentativas de forçar a entrada nas delegações diplomáticas por elementos armados; a situação mais séria deu-se em 1997 no Zaire e em 1998 na Guiné; quando uma granada foi lançada para dentro da embaixada onde estava a equipa de segurança. Em 2005 foram também enviados para a Árabia Saudita e Iraque para proteger as embaixadas de Portugal e pessoal em ambos os países.
Os GOE também executam missões de protecção de VIPS e altos dignatários do estado, cooperando com outras unidades da PSP na criação de cordões de segurança e na selecção de atiradores furtivos(snipers) em missões de observação, busca e detecção de terroristas snipers. Outra actividade no qual o GOE participa é na cooperação com as Brigadas Anti-Crime, onde participam em missões de vigilância e na entrada em instalações fortificadas onde existam armas traficantes de droga.
Uma abordagem mais profunda
DESCRIÇÃO :
Os GOE - ou Grupo de Operações Especiais - nasceu oficialmente em 1979 por decisão do Primeiro Ministro da época. Com efeito, com o advento do terrorismo um pouco por todo o mundo, o governo portugês decidiu dotar-se de uma unidade especilamente treinada para lutar contra este fenómeno. Em 1980 foram selecionados os voluntários a partir das tropas de élite do exército, na altura os Comandos. Um punhado de jovens oficiais e de sub-oficiais foram enviados para a Grã-Bretanha para treinar com os SAS.
Treinados pelos SAS
Com o curso terminado em 1981, eles vão constituir a base da nova unidade. Com a ajuda dos instrutores britânicos dos SAS, eles vão formar os homens e os sub-oficiais dos GOE. Em 1983, os GOE tinham uma centena de homens bem treinados e com uma unidade anti-terrorista operacional do mais alto nível. Esta unidade teve que actuar pela primeira vez numa situação de reféns na Embaixada da Turquia em Lisboa.
Hoje, os GOE é composto por uma centena de homens, todos vindos do seio da polícia(PSP), estando dependentes do Ministério da Administração Interna. A média de idade é de 28 anos e o tempo máximo de serviço é de 8 anos. Da primeira promoção, só restam dois ajudantes. São a excepção << os museus>> do grupo, como dizem os jovens policias.
O GOE da PSP:
A Policia de Segurança Pública ou PSP - depende do Minsitério da Administração Interna. Ela está organizada numa estrutura de comando vertical com um comandante central, de zonas regionais e distritos, assim como a Escola Superior de Policia(ESP) e a Escola Prática de Policia(EPP). A PSP tem também as unidades especiais, de onde se destacam os Corpos de Intervenção e o Grupo de Operações Especiais(GOE).
© Grupo de Operações Especiais
Os GOE foram criados como unidade especial no seio da PSP pelo Decreto-lei de 24 de Dezembro de 1979. Esse decreto visava instituir uma unidade especial capaz de intervir em situações extremas, sempre dentro do quadro legal. As missões estão definidas nos quatro artigos da lei.
ORGANIZAÇÃO:
Os GOE estão organizados á volta de uma célula de comando, uma célula de formação e de treino, a unidade de intervenção, uma célula de transmissões e uma célula de apoio.
As Patentes na PSP
Oficiais de Policia: super-intendentes, intendentes, indententes-adjuntos, comissário, comissário-adjunto, chefe de divisão, aspirante a oficial de policia.
Sub-Oficiais de policia: Chefe-adjunto principal, chefe-adjunto-ajudante, primeiro chefe adjunto, segundo chefe adjunto.
Guardas: Guarda principal, Guarda de Primeira Classe, Guarda de segunda Classe
Missão:
Os GOE devem:
conduzir acções ofensivas, independentes, benificiando do efeito surpresa devido á rapidez da acção, possuir um espirito de iniciativa e uma grande determinação, para manter na ordem os malfeitores;
na hipótese de casos com reféns, eles devem participar nas negociações, neutralizar os autores e de libertar os reféns sem importar qual o tipo de decisão.
Eles esgotarão todos os meios para facilitar as negociações ou então partirão para uma eventual intervenção.
SELECÇÃO :
Para se ser membro dos GOE, deve-se ser voluntário e medicalmente apto, realizar uma série de testes psicotécnicos particularmente duros.
Os seus primeiros obstáculos, são as provas desportivas, similares ás dos Pára-Quedistas e Comandos. De notar que a maior parte dos membros dos GOE fizeram o seu serviço militar obrigatório numa unidade de elite do Exército Português - Forças Especiais em Lamego, Pára-Quedistas, Comandos na Amadora, e Fuzileiros.
A última prova a satisfazer antes de começar o treino típico dos GOE é uma série de exercicios de tiro, com pistola, e espingarda. Estas provas realizam-se após esforço, em alguns casos após uma caminhada de muitos Quilómetros em terreno acidentado.
Vinte em Mil
Depois de ter passado os primeiros obstáculos, o jovem voluntário vai enfrentar um período de treino de 8 meses. O recrutamento tem lugar de dois em dois anos. Em 1000 voluntários, apenas uma vintena finaliza como elementos operacionais dos GOE. Todos os seis meses, o jovem policial deverá fazer um teste tanto físico como psíquico para ver se continua apto para permanecer no seio da unidade.
EXERCICIOS:
Os GOE é acima de tudo uma unidade anti-terrorista. Ela deve ser capaz de intervir rápidamente não importa qual o local do território português em qualquer tipo de sítio(aviões, comboios, autocarros, casas, imóveis, barcos etc...)
Para prevenir estas situações os membros dos GOE treinam dentro de comboios e aviões que são disponibilizados pelas companhias nacionais, ou em casas e imóveis construídos no seu campo de treino. Todos os tipos de armas são utilizados: espingardas de assalto para fazer saltar as portas das casas, pistolas-metrelhadoras HK MP-5 com ou sem sileciador, lança-granadas a gás, pistolas automáticas de 9 mm e Desert Eagle 357 Magnum. As armas podem estar equipadas com equipamento de visão nocturna ou indicador laser.
O treino físico é regular e intenso: caminhadas, natação, percursos de risco, passagem de liana em liana, escalada de imóveis, exercicios de descida rápida de helicóptero, rappel várias vezes por mês.
© Grupo de Operações Especiais
Todos os dias desenrolam-se exercicios de tiro. Sendo um particularmente espectacular, é o típico dos GOE, o Face a Face. Entre cada grupo , 20 metros, e cada homem de cada grupo fica a 2 metros do seu colega. No intervalo: um alvo. ao sinal de fogo, atira-se sobre o alvo que se encontra em frente. O interesse do exercicio é duplo: ele permite verificar o auto-controlo de cada um, e treinar para uma operação de tiro cruzado. Pensado para uma intervenção a bordo de um avião comercial ou de um vagão de comboio.
Cada membro dos GOE é também um atirador de élite. Um único elemento por grupo - um grupo possiu seis elementos - é desnhado para este tipo de trabalho. As distâncias de tiro regularmente aplicadas nos exercicios vão de 30 a 500 metros.
Em pistola automática, os alvos são colocados a 50 metros. Para demonstrar a confiança dos seus homens o comandante do grupo operacional coloca os seus homens ao lado dos alvos.
Os GOE hoje são um dos grupos anti-terroristas mais eficazes. A melhor prova manifesta-se nos resultados de exercicios com outras forças especiais ocidentais: em 50 grupos que participaram ( britânicos, franceses, americanos, holandeses , espanhóis, belgas, italianos etc...) os portugueses terminaram em 4º lugar.
Para se manterem operacionais, os policiais dos GOE encontram-se com os seus colegas espanhóis que estão sempre operacionais na luta contra a ETA. Muito recentemente, o desmpenho do GOE foi alargado. Quando Portugal foi confrontado como outros países aliados, nos seus interesses e representantes no Zaire em Angola e na Ex-Jugoslávia, Iraque.
Uma Extensão das Suas Missões:
Certos elementos dos GOE são enviados para esses países para proteger os embaixadores, e por extensão, todos os ocidentais que se encontram em perigo. Actualmente estão policias dos GOE em missão no estrangeiro.
Noticias dos GOE
Embaixador no Iraque foi salvo pelo GOE
Outras duas situações perigosas foram resolvidas com sucesso pelo Grupo de Operações Especiais da PSP
Desactivada a embaixada portuguesa em Bagdad, e com o regresso no final do mês dos 14 elementos do GOE (Grupo de Operações Especiais) da PSP, é tempo de balanço sobre o período passado no Iraque.
Segundo o Correio da Manhã, três situações de grande perigo marcaram a missão do GOE: foram destacados para proteger a embaixada portuguesa, após o levantamento sunita que se seguiu à destituição do ditador Saddam Hussein, em 2003, e protegeram o embaixador e família do rebentamento de um carro-bomba.
O ataque terrorista ocorreu em meados de 2005, recorda o CM, que conta que um veículo ligeiro, carregado com explosivos, aproximou-se a alta velocidade da chancelaria da embaixada portuguesa em Bagdad, desactivada anteontem. No interior, estavam o embaixador e a família.
O automóvel acabou por rebentar a menos de 50 metros dos muros da embaixada e por causar somente estragos materiais, e ninguém ficou ferido.
Nas ruas envolventes à embaixada, os elementos do GOE foram colocadas à prova em mais duas situações. Um blindado usado na patrulha foi alvo de ataque, com uma granada arremessada contra um dos vidros. O ataque resultou apenas em danos materiais. Já no ano passado, duas viaturas foram alvejadas com tiros de metralhadora.
De resto, segundo o Correio da Manhã, nenhum dos 188 elementos do GOE que, desde Janeiro de 2004, prestaram serviço em Bagdad, necessitou de receber assistência hospitalar.
Destacamentos de Mergulhadores Sapadores - Portugal
Destacamentos de Mergulhadores Sapadores
Os Destacamentos de Mergulhadores Sapadores são as unidades de mergulhadores de combate da Marinha portuguesa.
Apresentação
A unidade foi criada perto do final de 1972(durante a Guerra Colonial Portuguesa), devido a imperativos de actividades do Comando de Defesa Marítimo da Guiné. Foram dispersos em 1975, após a extinção deste comando; a sua actividade operacional ficou assignada á Escola de Mergulhadores.
O Destacamento de Mergulhadores Nº1 foi reactivado em 1 de Junho de 1988, por causa da necessidade de ter uma unidade operacional especial dedicada á área do mergulho militar. Actividades de interesse público, mergulho de recuperção e de busca-e-salvamento ainda estavam assignadas á Escola de mergulho.
Quando, em 1 de Janeiro de 1995, o Destacamento de Mergulhadores Nº2 foi reactivado(com 20 elementos), todas as actividades operacionais foram assigandas aos Destacamentos, A Escola de Mergulho dedicou-se a actividades de instrução.
Essas unidades estão baseadas na Frota de Submarinos na Base Naval do alfeite; e estão sob o Comando Administrativo da Frota e sob o Comando Operacional do Comando Naval em Oeiras.
Missões
As Missões Assignadas a Estas Unidades São:
• Operações Navais de desminagem.
• Reconhecimento Táctico Costeiro e limpeza de obstáculos para desembarque de forças anfíbias.
• Operações Ofensivas, no mar, linha costeira, acessos a rios, e instalações portuárias.
•Colocação de Explosivos
• Operções de Mergulho de Recuperação, vigilância e recuperação de unidades navais.
• Operações de busca-e-salvamento.
• Cooperação no controlo de actividades no leito do oceano
• Cooperação no estudo científico do mar.
Missões High-profile:
• Inspecção do túnel do Metro na Praça do Comércio.
• Recuperação dos corpos resultante do colapso da ponte Entre-os-Rios.
• Operações anfíbias no exercício CONTEX
• A recente certificação para mergulho a mais de 81 metros.
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