domingo, 8 de maio de 2011

Veja os principais ataques da Al Qaeda



Em uma das primeiras ações terroristas do grupo liderado por Osama bin Laden contra os EUA, explosões sincronizadas em diferentes embaixadas americanas na África deixaram pelo menos 130 mortos e mais de 2.000 feridos. Após reivindicar os ataques, Bin Laden entrou para a lista dos mais procurados do FBI (a Polícia Federal americana)



Em 2000, Bin Laden continuou a galgar sua posição como inimigo número 1 dos Estados Unidos com a explosão de um destróier americano no Iêmen, terral natal do pai do líder terrorista. O ataque suicida matou 17 militares americanos e provocou mudança nos protocolos da Marinha


Imagem registra o momento exato em que o segundo avião sequestrado por terroristas atinge o World Trade Center, em Nova York. O 11 de Setembro de 2001redesenhou a geopolítica mundial e deu início à chamada “Guerra ao Terror”, levando os Estados Unidos a invadir o Afeganistão e o Iraque em busca do líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama bin Laden


Completando o cenário de horror dos atentados, estruturas do arranha-céu permaneceram de pé, lembrando a imagem de lápides. O ataque às Torres Gêmeas deixou quase 3.000 mortos, em sua maioria, americanos, em 2001. Antes, as torres já haviam sido atacadas pela Al Qaeda sem sucesso, na explosão de um carro bomba em 1993


Helicóptero sobrevoa o Pentágono (o quartel-general do Exército americano), um dos alvos dos ataques de 11 de Setembro, em Washington. Os ataques mexeram também com a política interna dos EUA, que colocaram em vigor o polêmico Patriotic Act – lei que permitiu que o governo rastreasse informações de cidadãos sem qualquer ordem judicial


Em 2002, um novo atentado terrorista da organização liderada por Osama bin Laden deixou 202 mortos na paradisíaca ilha de Bali, na Indonésia. As duas explosões – uma provocada por um homem-bomba e outra por um carro-bomba – ocorreram simultaneamente nos arredores de boates frequentadas por turistas ocidentais


Em março de 2004, outro ato terrorista assinado pela Al Qaeda atingiu o sistema de trens de Madri. Detonados no horário de pico, os explosivos mataram mais de 170 pessoas. A organização terrorista justificou o ato como um ultimato para que os países europeus, como a Espanha, retirassem suas tropas do Iraque


Homem tenta ajudar mulher ferida na explosão de homens-bomba no metrô de Londres, em 2005. Três terroristas detonaram explosivos em diferentes vagões e um quarto homem ainda atacou um ônibus, elevando para 56 o número de mortos na ação terrorista no Reino Unido, um aliado americano


No alto verão egípcio, três carros-bomba deixaram 88 mortos e mais de 200 feridos no balneário de Sharm El Sheikh, em julho de 2005, incluindo turistas. Grupos locais reivindicaram o ataque como um trabalho em parceria com células da Al Qaeda


No Natal de 2009, um nigeriano de 22 anos tentou detonar explosivos escondidos na cueca durante um voo entre Amsterdã e Detroit. O atentado foi frustrado porque o jovem não conseguiu acionar as bombas, colocando fogo em suas próprias calças e sendo contido pelos ocupantes da aeronave. Poucos dias depois, a Al Qaeda assumiu a tentativa