Guerra dos Sete Anos
A Guerra de Sucessão da Áustria (1740-1748, Tratado de Aix-la-Chapelle) foi um conflito europeu causado pela Pragmática Sanção, segundo a qual o Imperador Carlos VI legou à filha, Maria Teresa da Áustria, o Sacro Império Romano. Do ponto de vista militar, destacaram-se as campanhas de Frederico II, o Grande e Maurício de Saxe.
A guerra, desencadeada após a morte do imperador Carlos VI (1740), foi motivada pela ambição da Prússia, da Baviera e da Espanha. Frederico II apoderou-se da Silésia (1740-1741), ao mesmo tempo em que os franco-bávaros ocupavam a Boêmia e a Alta Áustria. A Áustria, que garantira a aliança inglesa, cedeu a Silésia à Prússia (1742), concedendo, em seguida, a paz à Baviera, depois de derrotá-la (1745). A França invadiu as Flandres, garantindo o domínio dos Países Baixos pela vitória de Fontenoy, embora não tivesse conseguido conservar qualquer de suas conquistas no tratado de paz de Aix-la-Chapelle, que pôs fim ao conflito.
A Guerra de Sucessão da Áustria (1740-1748, Tratado de Aix-la-Chapelle) foi um conflito europeu causado pela Pragmática Sanção, segundo a qual o Imperador Carlos VI legou à filha, Maria Teresa da Áustria, o Sacro Império Romano. Do ponto de vista militar, destacaram-se as campanhas de Frederico II, o Grande e Maurício de Saxe.
A guerra, desencadeada após a morte do imperador Carlos VI (1740), foi motivada pela ambição da Prússia, da Baviera e da Espanha. Frederico II apoderou-se da Silésia (1740-1741), ao mesmo tempo em que os franco-bávaros ocupavam a Boêmia e a Alta Áustria. A Áustria, que garantira a aliança inglesa, cedeu a Silésia à Prússia (1742), concedendo, em seguida, a paz à Baviera, depois de derrotá-la (1745). A França invadiu as Flandres, garantindo o domínio dos Países Baixos pela vitória de Fontenoy, embora não tivesse conseguido conservar qualquer de suas conquistas no tratado de paz de Aix-la-Chapelle, que pôs fim ao conflito.