A guerilha Tamil anunciou no domingo que decidiu depor as armas para acabar com os combates com as tropas do Sri Lanka no nordeste da ilha
«Só nos resta uma opção: eliminar a última débil desculpa do inimigo para matar o nosso povo. Decidimos calar as nossas armas», afirmou, em comunicado, o chefe das relações internacionais da guerrilha dos Tigres da Libertação Tamil.
A nota da guerrilha Tamil foi colocada na página da Internet 'TamilNet'.
O responsável anunciou igualmente que nas últimas 24 horas 3000 civis tamiles morreram e outros 25 000 ficaram feridos e precisam de assistência médica.
«É o nosso povo que está a morrer por causa das bombas, dos ataques, das doenças e da fome. Não podemos permitir que sofram mais», acrescentou o líder da guerrilha.
O exército cingalês já tinha anunciado o resgate de todos os civis (50 000) que os Tigres de Libertação Tamil tinham como reféns no nordeste da ilha.
«Temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para deter esta carnificina. Se isso significa calar as nossas armas e entrar num processo de paz, isso é algo a que já demos o nosso acordo», sublinhou.
Sábado, o Exército reivindicou ter tomado a última franja de território sob controlo dos rebeldes, cercados agora em menos de um quilómetro quadrado de terra sem saída para o mar.
De acordo com dados da Nações Unidas, 7000 civis foram mortos e 16 700 feridos entre 20 de Janeiro e 07 de Maio.
A nota da guerrilha Tamil foi colocada na página da Internet 'TamilNet'.
O responsável anunciou igualmente que nas últimas 24 horas 3000 civis tamiles morreram e outros 25 000 ficaram feridos e precisam de assistência médica.
«É o nosso povo que está a morrer por causa das bombas, dos ataques, das doenças e da fome. Não podemos permitir que sofram mais», acrescentou o líder da guerrilha.
O exército cingalês já tinha anunciado o resgate de todos os civis (50 000) que os Tigres de Libertação Tamil tinham como reféns no nordeste da ilha.
«Temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para deter esta carnificina. Se isso significa calar as nossas armas e entrar num processo de paz, isso é algo a que já demos o nosso acordo», sublinhou.
Sábado, o Exército reivindicou ter tomado a última franja de território sob controlo dos rebeldes, cercados agora em menos de um quilómetro quadrado de terra sem saída para o mar.
De acordo com dados da Nações Unidas, 7000 civis foram mortos e 16 700 feridos entre 20 de Janeiro e 07 de Maio.
Lusa/SOL